1º/16º GAv - Esquadrão Adelphi

 

A história do Esquadrão Adelphi está diretamente relacionada à utilização das aeronaves A-1 na Força Aérea Brasileira. No dia 04 de fevereiro de 1988, através da Portaria Ministerial R-055/GM3 foi criado o Núcleo da primeira Unidade Aérea para emprego da aeronave A-1 (NU-A1), na Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, formado por oficiais e sargentos voluntários. A sua missão era de preparar um grupo inicial de militares para o emprego e manutenção dessa aeronave, bem como acompanhar as obras das instalações do esquadrão. No dia 07 de novembro de 1988, através da Portaria R-535/GM3 foi ativado o Núcleo do Primeiro Esquadrão do Décimo Sexto Grupo de Aviação, extinguindo-se o NU-A1, com o objetivo de prosseguir na adequação das instalações e promover a logística para a operação das primeiras aeronaves.
Com o início da entrega dos A-1, o 1º/16º GAv foi ativado no dia 07 de novembro de 1990, com a missão de cumprir as Tarefas de Superioridade Aérea, Interdição, Apoio Aéreo Aproximado, Reconhecimento Aéreo e Combate Eletrônico no âmbito da Força Aérea Brasileira.

A bolacha do Esquadrão Adelphi foi escolhida no dia 02 de maio de 1989, criada pelo falecido Maj.Av. César Bombonato, quando ainda era integrante do Esquadrão Pampa. 

Subordinado operacionalmente à Terceira Força Aérea, o Esquadrão Adelphi é uma das três unidades da Força Aérea Brasileira que operam as aeronaves A-1A e A-1B, fabricadas pela Embraer em parceria com as empresas italianas Alenia e Aermacchi.

A Força Aérea Brasileira recebeu a sua primeira aeronave A-1A no dia 17 de outubro de 1989, matriculado FAB 5500, e desde então, são consideradas como as mais modernas aeronaves da FAB, não somente pelo tempo de operação, mas pela sua capacidade tecnológica e operacional. Surgido em 1977, o AMX inicialmente era um programa da Força Aérea Italiana para atender a sua necessidade de um caça-bombardeio e de reconhecimento leve, que pudesse substituir algumas aeronaves de sua frota.

Em março de 1980 o Brasil associou-se ao programa AMX, buscando uma aeronave de ataque tático e estratégico, ocupando uma lacuna existente na Força Aérea Brasileira, já que os F-5E Tiger II e os F-103 Mirage estavam cada vez mais se especializando em missões de defesa aérea. A aeronave foi adquirida pela FAB em grande quantidade, que a batizou como A-1A e A-1B na versão bisposto, mas apesar de tantos anos de operação, ainda é popularmente chamada de AMX.

Fonte: SPOTTER / CECOMSAER

 

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